• Lula diz que países desenvolvidos deveriam ter aprendido com o Brasil
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira que o Brasil é o país mais preparado no mundo para enfrentar a crise econômica mundial. Lula disse ainda que os países desenvolvidos deveriam ter "aprendido com o Brasil". 10 questões para entender o tremor na economia
    Veja as medidas anticrise já anunciadas no Brasil "O Brasil é o país mais preparado para enfrentar essa crise. Temos que ter confiança que vamos sair dessa sem sofrer como outros estão sofrendo. Se eles aprendessem com o Brasil, não teriam sofrido com a crise como estão sofrendo agora", afirmou Lula, que participou de evento no Rio pelo dia da Consciência Negra. Leia mais (20/11/2008 - 20h56)
  • Bolsa de NY cai mais de 5% e fecha no menor nível em cinco anos
    A Bolsa de Nova York fechou em nova queda nesta quinta-feira, que a levou ao seu nível mais baixo em cinco anos e meio, afetada pela degradação da economia norte-americana e pela ausência de uma resposta política à crise na indústria automobilística. O índice Dow Jones Industrial Average, da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês), recuou 5,56%, aos 7.552,29 pontos --no seu nível mais baixo desde março de 2003. Em um pregão volátil, o Dow Jones chegou a descer 6,1% e a subir 2,37%. O índice Nasdaq, de elevado componente tecnológico, perdeu 5,07%, aos 1.316,12 pontos. Já o S&P 500 caiu 6,71%, a 752,44 pontos --nível não registrado desde abril de 1997. "É muito perigoso. O mercado está cauteloso", disse Lindsey Piegza, da FTN Financial. Leia mais (20/11/2008 - 20h26)
  • Petróleo fecha abaixo de US$ 50 pela primeira vez em mais de três anos
    O preço do barril do petróleo recuou nesta quinta-feira 7,5% e terminou cotado na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês) abaixo dos US$ 50 por barril, pela primeira vez em mais de três anos, em um mercado afetado pelos temores de uma forte redução da demanda de bruto devido à deterioração da situação econômica. Os contratos para entrega em dezembro caíram hoje pelo quinto pregão consecutivo e diminuíram US$ 4 em relação ao preço de quarta-feira, até US$ 49,62 por barril (159 litros). Esse preço é um terço do registrado em julho, quando o petróleo chegou a ser negociado a US$ 147,27 por barril, seu recorde histórico. Leia mais (20/11/2008 - 20h15)
  • Governo de SP quer usar dinheiro da Nossa Caixa em transporte, hospitais e crédito
    O governador de São Paulo, José Serra, disse nesta quinta-feira que R$ 1 bilhão obtido com a venda da Nossa Caixa ao Banco do Brasil será destinado à agência de fomento estadual, para promover operações de crédito a micro, pequenos e médios empresários de todos os setores --agricultura, indústria e serviços. Conforme divulgou o BB, o negócio vai totalizar R$ 5,386 bilhões e o pagamento será dividido em 18 parcelas de R$ 299,250 milhões a partir de março de 2009, corrigidas pela taxa Selic até o pagamento integral.
    Reprodução
    Até 30 agências devem ser fechadas com compra do Nossa Caixa, diz Banco do Brasil
    Até 30 agências devem ser fechadas com compra do Nossa Caixa, diz Banco do Brasil
    Leia mais (20/11/2008 - 20h00)
  • Minoritários da Nossa Caixa devem receber mesmo valor pago ao governo paulista
    O Banco do Brasil prevê o fechamento do capital da Nossa Caixa a partir de 2009, quando o banco estadual deve ser tornar sua subsidiária integral. A operação prevê a realização de um leilão para compra das ações restantes no mercado. Na aquisição do banco estadual vai valer o instituto do "tag along", o dispositivo que estende aos acionistas minoritários o direito de vender as ações pelo mesmo preço pago aos antigos controladores. Pelo acordo anunciado hoje, o BB vai adquirir cerca de 70% do capital social da Nossa Caixa por R$ 5,386 bilhões. O pagamento será realizado em espécie dividido em 18 parcelas de R$ 299,250 milhões a partir de março de 2009, corrigidas pela taxa Selic até o pagamento das respectivas parcelas. Pelo acordo, cada ação foi avaliada em R$ 70,63. Leia mais (20/11/2008 - 19h31)
  • BB não vai buscar liderança "de qualquer forma", diz Lima Neto
    O presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima Neto, afirmou nesta quinta-feira que não é interesse do banco disputar a liderança no ranking dos maiores bancos brasileiros "de qualquer forma". Mesmo com a compra da Nossa Caixa, anunciada hoje, o BB fica atrás do Itaú e Unibanco, após a fusão ocorrida no início deste mês. A fusão dos bancos Itaú e Unibanco destronou o BB da posição de maior banco comercial do país, considerando o total de ativos financeiros. Na última terça-feira (18), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou que o governo federal quer que a instituição federal volte a ocupar a liderança. "O Banco do Brasil era o principal banco do Brasil e com a fusão do Itaú e do Unibanco passou a ser o segundo. Nós queremos que o Banco do Brasil seja muito maior do que qualquer outro banco no Brasil', disse Lula, na terça-feira. Leia mais (20/11/2008 - 19h18)
  • Crise financeira não afetou negociação, diz presidente do BB
    O presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco Lima Neto, afirmou que a crise financeira global não apressou a aquisição do banco estadual Nossa Caixa, pelo qual o banco federal deve pagar R$ 5,38 bilhões. "A crise financeira nem atrasou nem acelerou a transação. Até pela complexidade do negócio, a discussão começou em maio e teve muita serenidade. A crise econômica não trouxe nenhuma urgência, até porque os dois bancos não tinham e não têm qualquer problema dentro do contexto da crise, no que diz respeito principalmente à liquidez [dinheiro]", afirmou ele.
    Rogerio Cassimiro/Folha Imagem
    Até 30 agências devem ser fechadas com compra da Nossa Caixa, diz Banco do Brasil
    Até 30 agências devem ser fechadas com compra da Nossa Caixa, diz Banco do Brasil
    Leia mais (20/11/2008 - 18h42)
  • Para ex-diretor do BC, venda da Nossa Caixa é positiva em momento de crise
    A venda da Nossa Caixa para o Banco do Brasil ajudará a fortalecer o sistema nacional financeiro e será positiva para os correntistas dos dois bancos, na avaliação do economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do Banco Central. Para o economista, a concentração de bancos no país, reforçada também para fusão recente entre Itaú e Unibanco, é um caminho natural, principalmente em momentos de crise. "A consolidação é um caminho natural do sistema bancário, e momentos de crise costumam acelerar esse processo", afirmou o ex-diretor do BC. Leia mais (20/11/2008 - 18h24)
  • Governo evitou leilão para manter caráter público da Nossa Caixa, diz BB
    O presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima Neto, confirmou nesta quinta-feira que manter o caráter estatal da Nossa Caixa foi o motivo principal para que o governo paulista não realizasse um leilão para vender o banco estadual.
    Reprodução
    Até 30 agências devem ser fechadas com compra do Nossa Caixa, diz Banco do Brasil
    Até 30 agências devem ser fechadas com compra do Nossa Caixa, diz Banco do Brasil
    "Houve uma decisão do sócio majoritário de não fazer o leilão. E por que decidiu não fazer o leilão? Pela preservação do interesse público, para manter uma estrutura de banco público no Estado de São Paulo, haja vista a preservação de postos de atendimento, as questões do fomento [de crédito], as questões dos programas sociais", afirmou ele. Leia mais (20/11/2008 - 18h23)
  • Congresso dos EUA exige plano de viabilidade de montadoras
    O Congresso dos Estados Unidos deu até 2 de dezembro de prazo para Ford, General Motors e Chrysler apresentarem um plano de viabilidade, como condição para que possam ter acesso a um pacote de ajuda pública. "Os executivos não convenceram o Congresso nem o povo dos EUA que têm um plano para sair da crise", disse o chefe da maioria democrata no Senado, Harry Reid, que mencionou que o Congresso poderia reunir-se de novo na semana de 8 de dezembro. Ontem (19), os dirigentes das chamadas "Três grandes de Detroit" já tinham afirmado, perante um Congresso cético, suas previsões de um colapso econômico caso não se aprove, em breve, um plano de US$ 25 bilhões que contenha a crise de liquidez (oferta de dinheiro) do setor automotivo. Leia mais (20/11/2008 - 18h05)
  • Para Meirelles, aquisição da Nossa Caixa fortalece sistema financeiro
    O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, considerou positiva a aquisição da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil. O Banco do Brasil fechou nesta quinta-feira a compra da Nossa Caixa, banco estadual de São Paulo, por R$ 5,386 bilhões. "A aquisição da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil é uma iniciativa que vai contribuir para o fortalecimento do sistema financeiro nacional na atual conjuntura do mercado financeiro internacional", disse Meirelles em nota. Leia mais (20/11/2008 - 18h01)
  • "Nós temos bala na agulha", diz Mantega sobre linha de crédito do FMI
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje que o Brasil não pretende utilizar as linhas de crédito disponibilizadas para o país pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) e pelo Fed (Federal Reserve, o BC dos EUA). Segundo ele, essas linhas servem apenas para afastar os riscos de especulação financeira em relação à moeda brasileira. Leia a cobertura completa da crise nos EUA
    Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
    Veja as medidas anticrise já anunciadas no Brasil Leia mais (20/11/2008 - 17h42)
  • Mantega diz que compra da Nossa Caixa equilibra jogo entre grandes bancos
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a compra da Nossa Caixa, anunciada hoje pelo Banco do Brasil, ajuda a fortalecer os bancos públicos em um momento de crise e de grandes aquisições no setor privado. Veja as medidas anticrise já anunciadas no Brasil
    Jamil Bittar/Reuters
    Mantega diz que é importante fortalecer bancos estatais em meio à crise de crédito
    Mantega diz que é importante fortalecer bancos estatais em meio à crise de crédito
    Leia mais (20/11/2008 - 17h22)
  • Crise e desânimo marcam visita de Bush à América Latina
    O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, inicia nesta sexta-feira (21) uma visita de três dias ao Peru para participar da cúpula do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), em uma viagem à América Latina que pode ser a última como chefe de Estado e que será dominada pelos debates em torno da crise econômica. Desta vez, diferentemente de viagens anteriores, Bush viaja sem expectativas, já que está a cerca de dois meses de entregar o cargo para o presidente eleito Barack Obama. Segundo Charles Freeman, do Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos (CSIS), 'não se pode dizer precisamente que a política latino-americana da administração Bush tenha sido um sucesso' e, por isso, Bush, prestes a deixar a Casa Branca, não estaria disposto a 'fazer a volta olímpica' na América Latina. Leia mais (20/11/2008 - 17h21)
  • Número de agências e depósitos da Nossa Caixa motivaram compra, diz BB
    O presidente do Banco do Brasil, Lima Neto, afirmou nesta quinta-feira que dois fatores justificaram a compra da Nossa Caixa pela instituição financeira: o número de agências do banco estadual em São Paulo e o volume de depósitos. "A maioria dos bancos privados cresceu de São Paulo para o Brasil. O BB está fazendo o caminho inverso. Quer crescer do Brasil para São Paulo", disse Lima Neto. "A base de depósitos faz da Nossa Caixa um ativo muito interessante", acrescentou ele, lembrando que com a aquisição o total de depósitos do BB cresce 12% com a adição da Nossa Caixa. Leia mais (20/11/2008 - 17h12)